quarta-feira, 27 de julho de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Piranha
Ela passa, passos ensaiados,
sua saia, sem mistérios,
sua natureza, sem critérios
passageira, ela vai,
pra onde, um lugar
onde possa, só passar
percebida, conhecida
desejada, desinibida
sua sensualidade fria
sua infelicidade vulgar.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Sem divãs
Abalos sísmicos, retalhos multicor,
em noite de lua nova nasceu a arte livre de forma, de pudor
No rádio, ruídos telemáticos, anunciando em dó menor,
eventos fantásticos, bombas no exterior
eventos fantásticos, bombas no exterior
Vamos à rua, sapatear no silêncio,
buscar na loucura, o suspense de outra aventura
buscar na loucura, o suspense de outra aventura
Porque pra beijar o céu meu amor, só amor não é suficiente, tem que ser feio
Tem que ser indecente.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
No exceptions.
Do sonho de uma ilusão para ilusão de um sonho. Da imaginação para a imersão. Do retrato para o ato.
Esse novo horizonte assustador, de traços alheios, exige de mim um vício. Um culto, uma meta, um fim.
Numa tentativa de atender ao ultimato sem perder a vista integra dessa diversidade interessantíssima que é o homem. Declaro me viciado em algo comum a todos nós, sem exceções.
O ridículo.
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